Após acidente, Luciana (de Viver a vida, novela da Rede Globo), que ficou tetraplégica, posa para as câmeras de Ingrid.(capítulo que vai ao ar, nesta segunda-feira 18), a ajuda da enfermeira é fundamental. Sem ela, para posicionar Luciana durante o ensaio, a sessão não seria possível. Mas o resultado é belíssimo.
Mesmo na cadeira de rodas (que Luciana temia que pudesse tirar a beleza das fotos), a modelo arrasa.
Aliás, sua profissão faz toda a diferença. Luciana, mesmo que guiada por Ingrid durante os cliques, ajudando-a a explorar seus melhores ângulos, tirou as fotos, que ficaram excelentes.
No fim, Ingrid e suas assistentes ficaram lisonjeadas, por poderem realizar trabalho tão bacana com a modelo. Miguel completa, meio de brincadeira, meio sério: “Não sabia o que era fotografar uma top”.
Fonte http://viveravida.globo.com/Novela/Viveravida/Fiquepordentro/0,,AA1707784-17526,00.html
Mesmo na cadeira de rodas (que Luciana temia que pudesse tirar a beleza das fotos), a modelo arrasa.
Aliás, sua profissão faz toda a diferença. Luciana, mesmo que guiada por Ingrid durante os cliques, ajudando-a a explorar seus melhores ângulos, tirou as fotos, que ficaram excelentes.
No fim, Ingrid e suas assistentes ficaram lisonjeadas, por poderem realizar trabalho tão bacana com a modelo. Miguel completa, meio de brincadeira, meio sério: “Não sabia o que era fotografar uma top”.
Fonte http://viveravida.globo.com/Novela/Viveravida/Fiquepordentro/0,,AA1707784-17526,00.html

Neste caso, aquela clássica frase de que a “Arte imita a vida” se aplica muito bem, pois, há 7 anos, a fotógrafa e publicitária, Kica de Castro, vem desenvolvendo o mesmo trabalho, que, em seu início, teve o mesmo objetivo retratado pela novela: resgatar a auto- estima das pessoas com deficiência(chamou isso de Fototerapia), principalmente das mulheres, que se preocupam mais com a estética, em manter-se bonitas e sensuais. Com o passar do tempo, esse trabalho ultrapassou as fronteiras da terapia física e mental e ganhou essência profissional. Nessa atitude de ousada inovação, abriu as estreitas portas do estigmatizado e padronizado mundo fashion, para que deficientes físicos pudessem mostrar a todos e provar para si mesmos que possuem e podem, sim, exibir seus talentos em toda e qualquer área, incluindo o mundo da moda . Prova disto é que a ideia de Kica de Castro saiu dos limites do estúdio , para ganhar amplitude nas passarelas, com diversos convites para desfiles em São Paulo e outros estados, como Goiânia, MG e PR... .Além da importância profissional na vida de cada modelo, um outro papel fundamental desses eventos é o de ampliar a visão do que é e como é realizar a verdadeira inclusão, já que muitos não são direcionados somente para pessoas com deficiência física, como num desfile realizado em São Paulo, onde uma modelo amputada de uma perna desfilou de forma exuberante e tão igual, junto às outras modelos sem deficiência, arrancando aplausos calorosos de todos os presentes.
Espero que Luciana avance em suas perspectivas e que, assim como no caso da vida real, deixe de ser algo somente para melhorar sua auto-estima e se torne seu trabalho, para mostrar ao grande público e, até mesmo, para muitos deficientes que estejam passando pela mesma situação, que é possível ser feliz e realizar seus sonhos profissionais e pessoais, mesmo estando numa cadeira de rodas. Basta entendermos que a cadeira, para nós, não é prisão, e, sim, uma forma de liberdade e autonomia para nossa nova condição de vida.
O que nos aprisiona, realmente, é a forma como canalizamos os pensamentos em nossos limites, afinal o pensamento liberta o corpo!
Conheça algumas "Lucianas" da vida real:
Espero que Luciana avance em suas perspectivas e que, assim como no caso da vida real, deixe de ser algo somente para melhorar sua auto-estima e se torne seu trabalho, para mostrar ao grande público e, até mesmo, para muitos deficientes que estejam passando pela mesma situação, que é possível ser feliz e realizar seus sonhos profissionais e pessoais, mesmo estando numa cadeira de rodas. Basta entendermos que a cadeira, para nós, não é prisão, e, sim, uma forma de liberdade e autonomia para nossa nova condição de vida.
O que nos aprisiona, realmente, é a forma como canalizamos os pensamentos em nossos limites, afinal o pensamento liberta o corpo!
Conheça algumas "Lucianas" da vida real:


" Todos veem a mulher que sou, a cadeira é apenas um detalhe."
Modelo fotográfico e de passarela.

"Tinha tudo marcado para começar a ser modelo, aí veio
o acidente. Pensei que nunca mais iria realizar esse sonho."
do jeito que é e entender que mesmo numa cadeira de
rodas posso ser uma mulher bonita, uma mulher sensual”

“Quando fiz as fotos, como toda mulher retratada por um profissional,
senti-me mais bonita, descobrindo formas de posar de maneira não
convencional, quando se pensa numa cadeirante.”
convencional, quando se pensa numa cadeirante.”
" Por ser tetraplégica, achava que a proposta de ser
modelo era loucura. Quando fiz as fotos, descobri que
posso dar ao meu corpo os movimentos que eu quiser.
Agora nada me impede de ser modelo

"Acima de tudo, sou uma bela mulher!"

“ Ser fotografada por Kica era meu sonho, viajei da Bahia até São Paulo,
seguindo mais de 600 km, até a cidade de Presidente Prudente, onde
de sua agência. Valeu a pena correr atrás de meu sonho, já estou colhendo os frutos.”
Alguns trabalhos publicitários: